O trágico fim do coronel que era ambicioso demais

Eduardo Campos morreu de forma tão trágica e inesperada que nem a obra mais sádica contra sua pessoa conseguiu reproduzi-la em tempo hábil – ele já andou ‘morrendo’ em um curta-metragem e também ‘ameaçado a mão armada’ em uma obra de arte – só para começar.

A revista britânica ‘The Economist’ o classificou como uma “versão moderna de coronel”. “gerente moderno que ao mesmo tempo é um chefe político antiquado”, chamado pela revista de “ambicioso”.

Foi com o discurso de “gerente” baseado em infraestrutura, educação e investimento privado que o permitiu se reeleger em 2010, e que seu partido se saísse bem nas eleições municipais de 2012. Ele (Campos) na época era aliado da presidente Dilma.

De lá pra cá decidiu então que seria presidente do Brasil, e inventou uma tal de “nova política” que ninguém entedia direito o que era, alguma coisa misturada com Jarbas Vasconcelos nepotismo e hipocrisia, mas que ele acreditava serem bons valores.

Para nós aqui pobres mortais sobreviventes do gás lacrimogênio, dos desalojos, das políticas desenvolvimentistas, só nos resta a perplexidade de observar como a vida é frágil, seja qual for sua posição social, seja qual for sua ambição de vida, a morte nos deixa todos iguais.

Adeus!

Fonte: Mídia Ninja PE (com alterações)

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